
O leitor do blog indaga: Pra que essa frescura de poeminhas, de contemplação às mulheres? Será que elas gostam mesmo disso? Acho que elas vão rir da cara de vocês, isso sim.
Sim leitores (as), a primeira reação seria de desprezo e condenação. Mas, vamos parar um pouco pra pensar, e tentar entender um pouco o sentimento desse portador da doença venérea do abandono e do pessimismo.
De fato, a maré não tá pra peixe, as redes virtuais fizeram um verdadeiro arrastão de sentimentos e protocolos. Não se permite mais a nobre sensação do labirinto da nostalgia, ela foi substituída por falácias modernas e libertinagem.
O prazer a qualquer custo - comparável às drogas que levam da euforia à depressão crônica – tem criado nessa matrix em que vivemos, criaturas cada vez mais sem propósito e excitação de viver, fazem de cada noite, de cada mulher, uma dose rotineira de anestésico anti-carência.
O grande medidor do sentimento humano, a saber: A música, já não diz mais nada, apenas trabalha o corpo e/ou crises existenciais, e sempre numa linguagem “baixa”, de total menosprezo às maiores qualidades do humano que são o pensar e o sentir.
O leitor volta a perguntar: As mulheres tem nos enganado covardemente, seremos reféns disso?
Bom, sugiro para estas o troco devido, e para as demais um blog cada vez mais à moda antiga.
Sim leitores (as), a primeira reação seria de desprezo e condenação. Mas, vamos parar um pouco pra pensar, e tentar entender um pouco o sentimento desse portador da doença venérea do abandono e do pessimismo.
De fato, a maré não tá pra peixe, as redes virtuais fizeram um verdadeiro arrastão de sentimentos e protocolos. Não se permite mais a nobre sensação do labirinto da nostalgia, ela foi substituída por falácias modernas e libertinagem.
O prazer a qualquer custo - comparável às drogas que levam da euforia à depressão crônica – tem criado nessa matrix em que vivemos, criaturas cada vez mais sem propósito e excitação de viver, fazem de cada noite, de cada mulher, uma dose rotineira de anestésico anti-carência.
O grande medidor do sentimento humano, a saber: A música, já não diz mais nada, apenas trabalha o corpo e/ou crises existenciais, e sempre numa linguagem “baixa”, de total menosprezo às maiores qualidades do humano que são o pensar e o sentir.
O leitor volta a perguntar: As mulheres tem nos enganado covardemente, seremos reféns disso?
Bom, sugiro para estas o troco devido, e para as demais um blog cada vez mais à moda antiga.
E viva o blog à moda antiga! E já estou rindo sim da cara daqueles que acham que poeminhas são frescuras! eheheh
ResponderExcluirValeu Ulisses! ;)
Precisamos dos poemas, encontros perfeitos, esperar pra gostar e um CD de músicas que dizem alguma coisa.
ResponderExcluirAnote-se encontro perfeito: consentimento mútuo e toques de surpresa, gentileza, criatividade, papo franco e sem pressa de acabar, mão na mão e, se possível, beijo no portão.
Opa, Confrur tem quase tudo isso!
Estou com a Thaís: viva o blog à moda antiga!
Pelos primeiros comentários, imagino que esse leitor não vai ter a menor chance com as leitoras deste blog. Viva os textos, músicas, pensamentos e sentimentos românticos à moda antiga!
ResponderExcluirBravo!!!\0/
ResponderExcluirEsse Blog é pra mim...hehehe
Pra nós que adoramos tudo isso...
Amamos à moda antiga.
O que dizer... diante disto?
ResponderExcluir=*