
Tudo ou uma parte se inicia com olhares, com apresentações corteses, encontros ao acaso do tipo um no ônibus lotado e outro no ponto restando nada mais que acenos, alguns consideram as artimanhas do acaso, da vida ou do que quer que alguém atribua ao “lançar” para o Universo e todas as suas forças cósmicas.
Entre tantos casos e acasos (causos também) são conhecidas histórias, estórias, verdadeiras crônicas (nelsonrodriguianas ou não), olhares, pensamentos, idéias e nuances dessa maravilhosa subjetividade que o ser humano possui. Filmes, músicas, cantos, encantos e desencantos (afinal a certa altura do campeonato amoroso já é possível estar aberto a surpresas). A cada música, das mais bregas às mais românticas, de Reginaldo Rossi à Maroon 5, do Pequeno Dicionário Amoroso (época em que nem rolava silicone) à Vick Cristina Barcelona, nada mais importa para os corações falantes e apaixonados.
Nessa condição de vida amorosa, não importa se aquele cara vai lhe fazer engordar algumas arrobas e ser o pai de suas crias, lavar a louça ou fazer a feira no sábado de manhã e ainda se a mocinha vai atrapalhar muitas peladas numa noite qualquer ou no sábado à tarde. O que parece importar é viver todos os momentos de um laissez faire maravilhoso.
delícia
ResponderExcluirpode crer! =D
ResponderExcluirRegis gastando seu latim e francês com o que há de melhor...
ResponderExcluirAdoro seus textos, Rejão.
ResponderExcluirAlgo me é familiar nesse texto...deve ser o Maroon 5...;)
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