
Muito se esclarece sobre determinada pessoa por suas ações, a roupa que veste, o vocabulário que usa, as escolhas que faz, as companhias que tem. Nesse sentido, algo fala muito sobre as intenções do amante: a escolha do lugar do encontro. Convenhamos, não é nada fácil escolher entre o restaurante da moda e o bar preferido, porém, nessas horas nunca se quer agradar a si mesmo.
Portanto devemos aqui, agora mesmo, criar nosso manifesto: De volta aos encontros de rua! Aqueles mesmo, depois da escola, na ruazinha escura, na calçada isolada, no poste sem luz.
Não façamos dos nossos encontros um desfile milionário da Sapucaí, que, aliás, dizem que o melhor é assistir pela Globo no sofá da sua casa, bem digital.
Façamos encontros de frevo, carnaval de Salvador, oxente não fantasie meu rei, carnaval e encontro bom são de rua.
O velhinho passa e deseja boa noite, o policial dá bronca e pede atenção, o colega passa tirando onda, a vizinha fofoqueira também passa na hora “H”, ou seja, monotonia não tem, nada de conversas discursais, nada de pompa, nada de frescura.
As soluções costumam ser bem simples, nós é que complicamos, portanto aos encontros de rua, vida longa! Vai um trecho* de um casal que deu certo e não me deixa mentir: “(...) O Eduardo sugeriu uma lanchonete, mas a Mônica queria ver o filme do Godard, se encontraram então no PARQUE da cidade (...)”.
Portanto devemos aqui, agora mesmo, criar nosso manifesto: De volta aos encontros de rua! Aqueles mesmo, depois da escola, na ruazinha escura, na calçada isolada, no poste sem luz.
Não façamos dos nossos encontros um desfile milionário da Sapucaí, que, aliás, dizem que o melhor é assistir pela Globo no sofá da sua casa, bem digital.
Façamos encontros de frevo, carnaval de Salvador, oxente não fantasie meu rei, carnaval e encontro bom são de rua.
O velhinho passa e deseja boa noite, o policial dá bronca e pede atenção, o colega passa tirando onda, a vizinha fofoqueira também passa na hora “H”, ou seja, monotonia não tem, nada de conversas discursais, nada de pompa, nada de frescura.
As soluções costumam ser bem simples, nós é que complicamos, portanto aos encontros de rua, vida longa! Vai um trecho* de um casal que deu certo e não me deixa mentir: “(...) O Eduardo sugeriu uma lanchonete, mas a Mônica queria ver o filme do Godard, se encontraram então no PARQUE da cidade (...)”.
* Eduardo e Mônica - Legião Urbana
Muito Bom seu texto!!Parabéns!!Um abraço...
ResponderExcluirE um viva aos encontros de rua...
ResponderExcluirdepois da escola... nossa, quantas lembranças...
O casual sempre é mais gostoso, reaalmente! Parabéns pelo texto!
Acabo de ter um que começou no cinema, mas terminou na rua. Fui pego no flagra pelo meu irmão e a namorada dele.
ResponderExcluirIsso me lembrou os tempos do terminal! hahaha
ResponderExcluirEsses encontros de rua geralmente tornam-se aquelas paixões inesquecíveis, que quando lembradas nos tiram o fôlego, e nos faz até sentir o cheiro da pessoa desejada.
ResponderExcluirUm brinde aos eternos amantes da rua. =)
Adorei ulisses... muito bom!"As soluções costumam ser bem simples, nós é que complicamos" =]
ResponderExcluirperae, que eu vou ali no Parque e já volto! :p muito bom! abraços!
ResponderExcluirBons tempos...
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